Atualmente continuam a verificar-se mortes por afogamento ou relacionadas com o ambiente aquático. Mas estes acidentes podem evitar-se seguindo indicações básicas de segurança.

Vá a banhos em praias vigiadas ou preparadas para o efeito.

Sempre que possível, procure divertir-se em zonas onde existe vigilância, para que no caso de problemas possa contar com a assistência rápida de um profissional. Muitas praias, rios e lagos não facilitam este serviço, o que pode ser perigoso para banhistas mais intrépidos.

Respeite as zonas reservadas para os banhos. Evite as zonas de desportos aquáticos.

Evite ocupar as zonas definidas para a prática de desportos aquáticos (windsurf, surf, paddle surf, etc.), uma vez que existem cada vez mais praticantes e a probabilidade de acidentes é elevada.

Não se atire para a água se não conhecer o fundo e as correntes.

Um banho tranquilo, sem ninguém por perto, pode ser um dos maiores prazeres. No entanto, antes de nos lançarmos à aventura, é importante conhecer bem a zona e a profundidade, para não correr o risco de perder o pé ou atingir o fundo de forma brusca.

Tente não entrar na água de forma brusca.

Isto é especialmente importante depois de estar ao sol durante bastante tempo ou após a ingestão de alimentos. Os especialistas recomendam que se reservem cerca de duas horas antes de ir a banhos, para evitar uma paragem de digestão.

Caso sinta algo estranho, retire-se.

Se está na água e sente arrepios, cansaço, dor de cabeça, comichão, enjoos, tonturas ou cãibras, saia e mantenha-se em terra firma. Se os sintomas se mantiverem, não hesite em consultar um profissional.

 

Fonte: http://www.cruzroja.es/oladecalor/pdf/folleto_consejos.pdf

Publicado: 16-07-2018