O Reiki é uma terapia alternativa, criada pelo Japonês Mikao Usui. Fomenta o equilíbrio da energia vital do organismo, para potenciar o bem-estar [1]. A palavra Reiki é composta por “Rei” – Força universal ou espiritual e “Ki” – energia vital. Consiste na condução da energia vital universal, através de movimentos manuais, em que o praticante toca ligeiramente o corpo do paciente.

Cada sessão dura 45-50 minutos e no final, o paciente deverá estar muito mais relaxado e menos ansioso. Criando harmonia entre o corpo e a mente, o Reiki pretende renovar a energia do organismo, e usar essa capacidade para que se cure a si mesmo.

Pode ser benéfico em casos de depressão ou stress, porque coloca o paciente num estado de relaxamento e paz. Isto permite chegar aos processos mentais mais profundos e ajuda a resolvê-los. A nível físico, acalma a dor, reforça o sistema imunológico e fortalece as resistências do corpo [2]

A forma como se reage ao Reiki varia de pessoa para pessoa. Alguns sentem efeitos intensos durante o tratamento, outros não sentem nada para além do relaxamento. Quanto mais longo o tratamento, maiores e mais duradouros podem ser os seus efeitos.

Apesar da forte carga espiritual, o Reiki não é uma religião. Como não se baseia em nenhum dogma, não é preciso acreditar em nada para aprender e usufruir plenamente do Reiki. Ainda assim, segundo o criador desta terapia, é importante respeitar os ideais universais de paz e harmonia, que são parte desta prática.

Já experimentou? Ou prefere outras formas de relaxar?

Existem locais onde pode informar-se, aprender e praticar Reiki. Deixamos-lhe aqui alguns recursos úteis:

Escolas de Reiki em vários pontos do país: http://www.reiki.pt/

Associação Portuguesa de Reiki: http://www.associacaoportuguesadereiki.com

Música para acompanhar as suas sessões: https://youtu.be/KGWvA9X623E

 

* A MetLife não endossa nenhum dos produtos, processos ou serviços mencionados. Portanto, menção de produtos comerciais, processos ou serviços sobre este artigo não pode ser interpretado como um endosso.

 

[1] Long, A. Huntley, E. Ernst, Which complementary and alternative therapies benefit which conditions? A survey of the opinions of 223 professional organizations, Complementary Therapies in Medicine, Volume 9, Issue 3, 2001 http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0965229901904534

[2] Nicola Mackay, Stig Hansen, and Oona McFarlane. The Journal of Alternative and Complementary Medicine. March 2005 http://online.liebertpub.com/doi/abs/10.1089/acm.2004.10.1077

Publicado: 10-08-2018