O negócio segurador baseia-se no cálculo dos riscos e das probabilidades. A partir de números recolhidos ao longo dos anos (acerca de quantas vezes costuma verificar-se uma ocorrência, da sua gravidade e dos custos implicados na sua reparação), as entidades conseguem oferecer preços competitivos para a contratação de um seguro de vida e se responsabilizarem pelas indemnizações, ao mesmo tempo que se mantêm como empresas solventes e estáveis. Os dados, portanto, são bastante valiosos no mundo das companhias de seguros.

No entanto, existem tipos de seguros para os quais, além dos números gerais, é particularmente relevante a informação específica de cada cliente. É o caso, por exemplo, dos seguros de saúde. Previsivelmente, uma família composta de cinco membros, com dois filhos pequenos, uma pessoa dependente a seu cargo e um dos progenitores que sofre de asma, não irá necessitar dos mesmos cuidados médicos que um casal de jovens saudáveis e desportistas, não fumadores e vegetarianos. Deste modo, o custo do seu seguro não será o mesmo, assim como os especialistas de saúde que consultarão e os exames médicos de que irão necessitar num futuro próximo. Para a entidade seguradora é muito importante ter conhecimento destas diferenças. Tal irá permitir-lhe adaptar o máximo possível o preço em cada caso e, além disso, dimensionar os seus recursos para poder atender adequadamente os seus clientes em cada zona.

 

Informação sob a forma de questionário

Algo muito semelhante se passa no caso dos seguros de vida, em particular, nos que cobrem a morte ou a invalidez. Não é a mesma coisa assegurar uma pessoa jovem, isenta de doenças e com um estilo de vida saudável do que outra, mais velha, portadora de uma doença crónica, com um estilo de vida sedentário e com antecedentes familiares de tensão alta, por exemplo.

Para ficar a conhecer estas diferenças e para as ter em consideração em cada caso, as entidades pedem aos seus futuros clientes que preencham um questionário. As perguntas costumam estar relacionadas com a saúde do futuro segurado (doenças crónicas, intervenções cirúrgicas, antecedentes familiares, etc.) ou com hábitos e estilo de vida (se é fumador, desportista, consumidor de álcool, o tipo de trabalho que desenvolve…). As respostas permitirão à companhia de seguros conhecer as circunstâncias pessoais do seu cliente e melhor adaptar o prémio do seguro. Por isso, é fundamental responder de forma realista e sincera, sem exagerar méritos nem omitir informação.

 

Sinceridade e confiança

Nestes casos, a sinceridade não só é recomendada, como uma obrigação, para que possa beneficiar das garantias do seguro. Se omitir de forma voluntária e consciente um antecedente médico, por exemplo, tem de ter consciência de que o que assina implica um compromisso de veracidade, pelo que deverá sempre ler muito atentamente a informação que lhe for facultada. A companhia deve conhecer a situação concreta de cada pessoa que está a proteger através do seguro e, se se comprovar que o cliente não foi sincero, a seguradora tem direito a recusar proceder à indemnização.

De igual modo, a companhia compromete-se a tratar essas informações de saúde como o que são: dados privados e extremamente sensíveis. O setor segurador encara com bastante seriedade a proteção dos dados dos seus clientes, pelo que a entidade envidará todas as medidas necessárias para os proteger e para que apenas sejam utilizados para os efeitos autorizados pelo cliente: para que lhe disponibilizem o melhor seguro de vida possível, de acordo com o seu caso específico.

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