"O meu nome é Pedro, tenho 35 anos e sou solteiro. Tenho duas paixões, a vela e o trabalho, que tomam grande parte do meu tempo. Às vezes, acho que é por isso que ainda não me casei. Sou advogado e tenho tido sucesso na minha carreira.
Felizmente, os meus pais estão ao meu lado e são o meu grande apoio. Eles já estão reformados, mas o que recebem não lhes permite uma vida muito desafogada, por isso, sinto-me bem por poder ajudá-los. É uma forma de retribuir tudo o que eles fizeram por mim.
Num jantar de amigos, que estão quase todos casados e já têm filhos, dois deles contaram que tinham feito um seguro de vida, porque não queriam deixar as suas mulheres e filhos sem apoio financeiro, caso algo lhes acontecesse. Esta conversa fez-me pensar… De facto, não precisava de ter a minha própria família para fazer um seguro. O que seria dos meus pais se, por exemplo, um dia eu tivesse um acidente fatal enquanto velejo? Então decidi fazer como os meus amigos e subscrever um seguro de vida com poupança. Agora, se algo acontecer comigo, os meus pais continuam a ter conforto e segurança financeira. Além disso, estou a economizar para a família que sei que brevemente hei-de constituir."
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